Obesidade reduz até dez anos de vida

Um índice de massa corporal superior a 30 kg/m2 leva à diminuição da expectativa de vida até dez anos.

É o que mostra uma meta-análise realizada com 57 estudos e dados de quase 900 mil pessoas com idade média de 46 anos e divulgada recentemente na edição on-line do periódico «The Lancet».

Pesquisadores da Universidade de Oxford (Reino Unido) viram que, em índices acima de 25 kg/m2, o acréscimo de 5 kg/ m2 eleva em 30 por cento as taxas gerais de mortalidade. O trabalho também aponta que o IMC entre 30 e 35 (indicador de obesidade leve) foi responsável pela redução de dois a quatro anos na expectativa de vida e, entre 40 e 45 (obesidade grave), por de oito a dez anos.

«Excesso de peso encurta o tempo de vida. Na Grã-Bretanha e nos EUA, pesar um terço a mais do que o ideal diminui a vida em três anos. Para a maioria das pessoas, significa carregar entre 20 kg e 30 kg a mais. Se você está a ficar mais gordo, deixar de ganhar peso também poderia adicionar anos à sua vida», explica o epidemiologista Gary Whitlock, líder do estudo.

O IMC é uma medição fácil de calcular: divide-se o peso (em kg) pela altura ao quadrado (em metros).

Por exemplo, se pesar 68 kg e medir 1,78 m, deve fazer a seguinte operação:
68: (1.78 x 1.78).
O resultado é de 21.5.

Resultados do IMC:
Inferior a 18.5 = peso baixo
Entre 18.5 e 24.9 = peso normal
Entre 25 e 29 = excesso de peso
30 ou mais = obesidade

Fonte: Sapo Saúde

Obesidade infantil: como acabar com a epidemia

Uma em cada cinco crianças tem excesso de peso ou obesidade, na Europa. E a esta estatística juntam-se 400 mil crianças por ano. Portugal não foge aos números, sendo até o segundo país com mais meninos gordos. Para além dos problemas psicológicos que costuma acarretar, a obesidade infantil é um importante factor de risco de várias doenças. Por isso, vamos fazer mais pelas nossas crianças: a má alimentação e a reduzida actividade fisica, apontados como as principais causas, são preveníveis e corrigíveis.

É chamada pelos especialistas como a «epidemia do século XXI». Não é caso para menos. A obesidade tem vindo a aumentar, por todo o mundo. Nos países europeus, «triplicou, desde 1980». Actualmente, «cerca de 20% da população europeia é obesa», comunica a Plataforma de Luta Contra a Obesidade da Direcção-Geral de Saúde (DGS).

Portugal encontra-se numa das posições mais desfavoráveis do cenário europeu, apresentando «mais de metade da população com excesso de peso e sendo um dos países em que é maior a prevalência de obesidade infantil, já que 30% das crianças apresentam sobrepeso e mais de 10% são obesas», comunica aquele organismo da DGS.

A tendência é, de facto, particularmente preocupante nas crianças. A International Obesity Taskforce (IOTF) estima que, na Europa, 14 milhões de crianças (ou seja, uma em cada cinco) tenha excesso de peso - das quais três milhões são obesas. E a taxa de crescimento desta doença tem seguido uma tendência a que se juntam 400 mil crianças por ano (!).

«Estes números constituem um grave prenúncio do que poderá acontecer nos próximos anos, uma vez que é consensual que a obesidade infantil é um factor preditor da obesidade no adulto», considera o nutricionista João Breda, coordenador da Plataforma Contra a Obesidade. E, só em Portugal, «todos os anos, morrem em média 1500 pessoas, mortes relacionadas com a obesidade e que poderiam ser evitadas», segundo o presidente da Associação de Obesos e Ex-obesos de Portugal (ADEXO), Carlos Oliveira.

Por isso, se o(a) seu filho(a) sofre de excesso de peso ou de obesidade, não minimize o problema. As crianças obesas ou com sobrepeso «podem desenvolver vários problemas de saúde, que se vão agravando até à idade adulta», comunica o site do Centro de Investigação Obesidade Online da Fundação Bissaya Barreto. A obesidade infantil «é um factor de risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2, síndrome metabólica, hipertensão arterial, asma e outros problemas respiratórios, alterações no sono, perturbações na puberdade ou menarca, doenças do comportamento alimentar e infecções». Já para não falar – lembra João Breda – dos «problemas osteoarticulares e distúrbios emocionais e psicológicos associados à estigmatização e exclusão social dos obesos».

Fonte: Sapo Saúde

Hipertensão Arterial em crianças e adolescentes

O que fazer?

No âmbito do 4º Congresso Português de Hipertensão, nos dias 4 a 7 de Fevereiro, foi apresentado um estudo realizado pela Clínica da Aveleira que aferiu a prevalência da hipertensão em 5.381 crianças e adolescentes saudáveis, entre os 5 e os 18 anos. Este registo foi efectuado durante o ano 2009, nos distritos de Coimbra, Aveiro, Viseu e Leiria e, é da autoria de João Maldonado, Telmo Pereira, Rui Fernandes e Margarida Carvalho.

Nesta população a pressão arterial é valorizada mediante a análise de tabelas elaboradas estatisticamente em função da idade, sexo e altura, tendo os dados demonstrado que 12,8% dos jovens têm hipertensão arterial, não existindo disparidades relevantes entre o sexo feminino e o sexo masculino. Este estudo, efectuado no âmbito da avaliação clínica para a prática desportiva, permitiu a avaliação de alguns factores complementares potencialmente envolvidos na prevalência da hipertensão arterial detectada.

Fonte: Sapo Saúde

Stresse da mãe afecta crescimento e saúde do feto

A descoberta foi feita por investigadores da Universidade de Adelaide, na Austrália: os fetos masculinos e femininos reagem de forma diferente ao stresse no interior do útero materno. As doenças, o tabagismo e os problemas emocionais provocam alterações, tanto nos meninos como nas meninas, mas de forma diferente no que respeita à forma como se desenvolvem. A observação da resposta específica de cada sexo centrou-se em mulheres com complicações na gravidez, devido a asma, pré-eclampsia e tabagismo.

"Descobrimos que os bebés do sexo masculino e do sexo feminino respondem ao stresse, durante a gestação, ajustando o crescimento diferentemente", afirmou Vicki Clifton, responsável por este estudo. De acordo com a investigadora, quando a mãe está stressada, os fetos do sexo masculino reagem como se nada se passasse e continuam a crescer, até se tornarem tão crescidos quanto possível. Pelo contrário, nos fetos do sexo feminino, verifica-se uma redução da taxa de crescimento em resposta ao estado de nervosismo da mãe. A explicação está no aumento de cortisol, uma hormona produzida pela glândula supra-renal, que determina a resposta ao stresse. Em raparigas, esta produz alterações nas funções da placenta que por sua vez conduzem à redução do crescimento.

No entanto, quando há outras complicações na gravidez, as meninas tendem a crescer ao mesmo ritmo e a ficarem saudáveis, enquanto os meninos são afectados pela situação, correndo maior risco de nascerem de parto prematuro, de o crescimento parar ou mesmo de haver um aborto. Vanessa Pires

Fonte: por Vanessa Pires, Jornal i

Estudo: dormir menos de seis horas por noite aumenta probabilidade de morte prematura

“O estudo oferece provas irrefutáveis sobre a ligação directa entre uma duração breve do sono (menos de seis horas por noite) e um aumento da probabilidade de morrer prematuramente”, explica um comunicado da universidade.

As pessoas que dormem menos de seis horas por noite têm mais 12 por cento de probabilidade de morte prematura, em relação às que dormem entre seis e oito horas, indica hoje um estudo da Universidade de Warwick, Reino Unido.

Mas um sono regularmente muito longo, mais de nove horas por noite, pode representar fonte de preocupação, advertem os investigadores. Dormir muito “não aumenta por si só o risco de mortalidade mas pode ser o sintoma de uma doença grave e potencialmente mortal”, acrescenta o comunicado.

O estudo baseou-se nos resultados de 16 investigações conduzidas na Grã-Bretanha, Estados Unidos e outros países europeus e da Ásia. Ao todo participaram 1,3 milhões de pessoas, seguidas durante 25 anos.

“Um sono demasiado curto pode ser a causa de uma doença, enquanto que um sono demasiado longo pode representar o sintoma de uma doença”, resumiu no comunicado o professor Francesco Cappuccio, responsável pelo programa Sono, Saúde e Sociedade, na Universidade de Warwick.

Fonte: Jornal Público

ALIMENTAÇÃO

FAÇA A ESCOLHA CORRECTA DOS ALIMENTOS


SIGA A DIETA DA PIRÂMIDE DOS ALIMENTOS

HIGIENE DENTÁRIA


Higiene Dentária


A higiene dentária começa com uma boa higiene oral. Para isso, são necessários o cuidado e orientação profissionais do dentista. A limpeza profissional remove a placa, o tártaro e as manchas dos dentes. O profissional de higiene dentária deve dar-lhe informação acerca dos cuidados apropriados para os seus dentes e gengivas. Se seguir a rotina de cuidados em casa recomendada e tiver um cuidado profissional regular, manterá os seus dentes e gengivas mais saudáveis.
Uma escovagem adequada ajuda a remover a placa das superfícies interiores, exteriores e de mastigação dos seus dentes. Abaixo pode ver um método aceite para uma escovagem adequada. O seu dentista pode sugerir outro.
A utilização do fio dental ajuda a remover a placa e os resíduos do espaço entre os dentes, especialmente em áreas de acesso difícil e na zona imediatamente abaixo da linha das gengivas.
Entre visitas ao dentista, use uma pasta de dentes com flúor que proteja contra a cárie e reduza a formação de tártaro.
Se está grávida, é idoso, ou se tem 7, 10 ou 13 anos integra-se no plano de promoção da saúde oral: Os cheques - dentista.
Este programa do governo permite: acesso gratuito; livre escolha do portador; garantia de equidade para todos. INFORME-SE

VIOLÊNCIA ESCOLAR

Violência Escolar


Após um estudo realizado a alunos do 6º, 8º e 10ºanos de todo o país, utilizando um questionário, concluiu-se:

- Os rapazes envolvem-se mais em actos de violência na escola, quer como provocadores, quer como vítimas, quer com duplo envolvimento. Este envolvimento em actos de violência parece ter um pico aos 13anos, embora os mais novos (11 anos) se envolvam mais, enquanto vítimas.
- Os jovens que se envolvem em actos de violência apresentam um perfil de afastamento em relação à casa, à família e à escola, aparecendo com mais frequência um grupo de amigos com quem se dão fora e depois da escola.
- Apresentam com mais frequência envolvimento com experimentação e consumo de tabaco e álcool e envolvimento em lutas e porte de armas.
- Mencionam, mais frequentemente, sintomas de mal-estar físico e psicológico e o facto de não se sentirem felizes, bem como não se sentirem seguros na escola.

Semana Cultural

Semana Cultural

Durante a semana cultural, mais precisamente nos dias 16 e 17 de Abril, o PES dinamizou actividades que visam a saúde e o bem - estar da comunidade escolar.
Participaram nesta actividade:
- A UNIDADE MÓVEL DE SAÚDE, que permitiu medir a tensão arterial, calcular o índice de massa corporal e a taxa de glicémia dos interessados.

- As TERMAS DO CARVALHAL que, numa “tenda” montada para o efeito proporcionou massagens faciais e corporais aos que se disponibilizaram a deliciar-se. EXPERIMENTEM!